sábado, 29 de outubro de 2011

Eu já perdi as contas de quantas vezes fechei a porta para que você não entrasse mais… mas o problema é que em nenhuma delas, consegui trancá-la. Ela esteve apenas encostada esse tempo todo, esperando ansiosamente pelo dia em que você entrasse de repente, como fez da primeira vez… sem pedir licença, sem cordialidades, sem rodeios. Metade de mim ainda te expulsa, enquanto a outra anseia desesperadamente pelo seu retorno. Então volta. Por favor, ignore todos os pedidos outrora irrevogáveis de distância. Se ter à você por perto às vezes dói, ter à você de longe me destrói.

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